Story cover for Razão e Ruína  by gabbecarruthers
Razão e Ruína
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Ongoing, First published 2 days ago
Mature
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Se amar é, de fato, saber deixar ir, então não há no mundo alguém que tenha amado mais do que eu amei aquele homem.

Pode soar dramático, até insano. Mas não há exagero aqui - apenas cicatrizes. Eu o deixei partir tantas vezes que perdi a conta. E, mais do que isso, permiti que ele me partisse, pedaço por pedaço, até que não sobrasse nada de mim que pudesse ser entregue a outro.

E mesmo assim... eu o amei.

É por isso que essa história precisa ser contada.

Porque você, leitor, precisa entender o que acontece quando paixão vira labareda, quando o desejo se transforma em veneno. Quando amar alguém é o mesmo que acender um fósforo em um campo seco, e ainda assim riscar a caixa com as próprias mãos.

Não escrevo para buscar consolo. Escrevo para que fique claro: o amor pode ser a força mais bela que existe, mas também é a arma mais devastadora que a humanidade já criou.

E eu e ele...  Nós nunca fomos romance. Nós fomos confronto.  Fomos vício.  Fomos guerra.

E ainda assim, eu o amei como quem escolhe ficar no campo de batalha, mesmo sabendo que não sairá viva.

Essa é a minha história, sobre Razão e Ruína.

Com amor, Elle.
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39 parts Ongoing

Uma humana. Um guerreiro alienígena. Um destino selado pela deusa. Os Draelith vivem um dilema mortal: suas fêmeas estão desaparecendo. Uma doença misteriosa ceifou gerações, deixando pouquíssimas capazes de gerar filhotes. A cada ciclo, menos nascem. Os filhotes Dren são raros, e a população corre o risco de desaparecer. A ciência, tão avançada, não conseguiu curar a praga. O Conselho buscou alternativas: unir-se a outras espécies. Mas os orgulhosos Thyrrali de Thyrren recusaram; os Nyssari de Nyssara não são geneticamente viáveis. Restou apenas uma opção desprezível: as humanas, frágeis, indefesas, uma espécie considerada escória galáctica. Mas, para os Draelith, não há escolha. A sobrevivência de seu povo exige sacrifícios. Em meio ao Conselho Supremo, a decisão foi tomada: testar uma humana. Uma única fêmea, arrancada de seu mundo, será usada para verificar se sua espécie pode gerar filhos fortes. Nenhum desejava ser o primeiro a se unir a uma terrana. Nenhum - exceto Zareth, o chefe dos guerreiros, que se ergueu em lealdade ao seu povo e assumiu o fardo. Naquela noite, sob o brilho frio das naves prateadas, uma humana solitária seria escolhida. Para ela, seria o início de um pesadelo. Para ele, seria o começo de uma guerra contra sua própria essência.