Marina sempre soube onde pisava. Fisioterapeuta do Flamengo, ética impecável, limites claros. Em três anos de clube, nunca deixou que nada ultrapassasse o profissional especialmente com Erick Pulgar. Ele, silencioso e intenso, observou por tempo demais. Guardou olhares, desejos e palavras que nunca disse. Nunca tentou. Nunca cruzou a linha. Mas em 2025, o toque necessário começa a durar demais. O silêncio pesa. A distância já não protege. E quando o que foi contido por anos ameaça explodir, nenhum dos dois sabe se conseguirá voltar atrás. Porque o mais perigoso não é se perder... é continuar fingindo que nada existe.
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