Doce tentação

Doce tentação

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WpMetadataReadMatureComplete Fri, Dec 26, 2025
Rebecca Armstrong está falida. Seus pais cortaram todo o financiamento quando ela abandonou a faculdade de medicina, e sua pós-graduação é cara. Um emprego de babá em tempo integral na propriedade Chankimha é a solução para os seus problemas, exceto que trabalhar para a bela e bem-sucedida Freen Chankimha não estava na descrição da vaga. Freen sempre teve vocação para os negócios, nascida em um império global de transporte marítimo, ela o comanda com habilidade e inteligência. Mas o sucesso tem um custo. Sua prioridade é o filho de seis anos, mas ela não consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo. Contratar uma babá não é a solução perfeita, mas certamente ajudaria, e Rebecca foi altamente recomendada. Se ela ao menos não fosse tão atraente. Conseguirão Becky e Freen negar a atração crescente e manter o profissionalismo? Ou deixarão de lado a decência e cederão à tentação? Adaptação, todos os créditos a autora original.
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Diante da dor lacerante e da crueldade que se interpõe entre dois corações, a pergunta "O amor é mesmo capaz de suportar e superar tudo?" ecoa com uma urgência lancinante. Rebecca Armstrong, com o coração em frangalhos e a alma dilacerada, encarou a mais cruel das escolhas. Não era apenas a sua vida que estava em jogo, mas a da mulher que amava e, ainda mais precioso, o fruto puro e inocente do amor delas. O ódio cego de um homem, um veneno destilado em cada ameaça, forçou Rebecca a um ato de desespero: abandonar Freen. Cada passo que a afastava era uma punhalada em sua própria alma, um grito abafado de dor que apenas ela podia ouvir. As memórias de risadas compartilhadas, toques gentis e promessas sussurradas em noites estreladas transformaram-se em fantasmas que a assombravam, lembrando-a do paraíso perdido. Mas o amor de Rebecca não era egoísta; era um amor que se sacrificava, que renunciava à própria felicidade para garantir a segurança daqueles que mais importavam. Enquanto Rebecca se desfazia em lágrimas e saudade, Freen Sarocha afundava em um abismo de desespero. A ausência de Rebecca era um vazio excruciante, um eco constante de algo precioso que havia sido arrancado de sua vida sem explicação. Cada dia era uma batalha contra a desilusão, cada noite uma vigília silenciosa por um retorno que parecia nunca chegar. O pai, com uma frieza calculista e uma fachada de compaixão, ofereceu a Freen o ombro para chorar, a mão para guiar, a voz para consolar. Ele se tornou seu porto seguro em meio à tempestade, o farol que a guiava através da escuridão. Freen, em sua vulnerabilidade, agarrou-se a essa tábua de salvação, sem sequer imaginar que a mão que a consolava era a mesma que havia arquitetado sua desgraça. A ironia era cruel, a traição, um punhal envenenado cravado em sua confiança. Ela via no pai o apoio que precisava para seguir em frente, sem saber que ele era o verdadeiro artífice de sua dor, o marionetista sombrio que

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