O livro é recomendado para qual tipo de leitor?
R: É recomendado a todo tipo de leitor, principalmente ao mais exigente. Não é recomendado a menores de 15 anos devido à linguagem rebuscada e técnica.
O livro segue algum conceito folclórico? Qual seria?
R: O livro é uma mescla de Câmara Cascudo e Monteiro Lobato, porém, algumas passagens e personagens são originais.
O livro tem cenas de violência?
R: Sim, não é algo constante, pois este não foi o objetivo; a obra tem de tudo, de romance a guerra épica...
Tem putaria?
R: Não, há, no máximo, beijos, mordidas e apertos; não foi feito para tarados.
É um livro filosófico e conservador?
R: Sim, filosófico nas sacadas implícitas e conservador no objetivo folclórico, apesar das leves pitadas insurgentes.
O livro é algo pretensioso?
R: Não, o objetivo é diversão, pelo menos no que diz respeito ao primeiro objetivo.
Por que usa a linguagem rebuscada, não deveria escrever mais simples?
R: Não, o simples não existe; somos o que lemos: um leitor pobre é inevitavelmente um escritor medíocre.
A história gira em torno de Ursulina, uma benzedeira "arretada" que vive na Sapolândia com sua gata Mima (que, na verdade, é um espírito "daqueles"). Ela se junta ao astrólogo Olavo para derrubar o Boitatá e sua Mula-Sem-Cabeça, que estão causando "arruda" na região.
Para isso, eles planejam usar um livro mágico e um "baú" capaz de sugar seres "endiabrados". A busca os leva ao xamã Gilmar no Monte Hiparco.
No meio do caminho, a ave de Ursulina (Mima disfarçada) encontra as amazonas Curupiras, lideradas por Atalanta, que também são chamadas para a "peleja". Atalanta passa por perrengues na estrada, mas chega na Sapolândia para se juntar à Ursulina.
O texto é cheio de elementos do folclore brasileiro, como o Boitatá, a Mula-Sem-Cabeça e os Curupiras, misturados com um humor "maluco" e uma linguagem "enfeitada". É uma aventura fantástica com um toque de Brasil profu
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