Ele sempre soube que amar aquela mulher seria sua maior perdição. Desde o primeiro olhar, ela carregava algo impossível de ignorar: uma beleza selvagem, uma liberdade que beirava insolência e um vazio tão profundo que ninguém ousava encarar. Ela era a mais bela... e a mais perigosa.
Ela não possuía quase nada, mas vivia como se tivesse o mundo inteiro a seus pés. Gostava da vida cara, das noites longas, dos segredos proibidos. Ele, ao contrário, carregava certezas, raízes e lealdades. E mesmo assim, era incapaz de resistir ao caos que ela trazia consigo.
Ele sabia - sempre soube - que ela sonhava com ele.
Mas também sabia que amanhecia em outra cama.
Que o dinheiro havia roubado seu coração.
Que as mentiras haviam desalmarado sua alma.
E apesar de tudo, a dor dela doía nele.
Mais que a traição.
Mais que a verdade que ele fingia não ver.
Entre os dois nasce um amor que desafia qualquer lógica: intenso, febril, imperfeito. Ela pertence a ninguém, pertence a todos, pertence ao vento - mas, de algum modo inexplicável, permanece presa a ele. Mulher que fere, que entrega, que destrói. Mulher cara. Mulher ingrata. Mulher impossível de esquecer.
Com a fotografia desbotada dela guardada na carteira - sua relíquia mais preciosa e sua maior desgraça - ele tenta seguir o próprio caminho. Mas enquanto o mundo insiste em girar, o passado teima em chamá-lo de volta.
Ela continua a fugir.
Ele continua a amá-la.
E o destino, caprichoso como sempre, insiste em reuni-los em momentos onde tudo pode desmoronar... ou recomeçar.
"A Descarada" é um romance sobre paixões que queimam, escolhas que destroem e feridas que nunca cicatrizam.
Uma história sobre dois corações marcados, duas almas quebradas e o tipo de amor que não salva - mas permanece. Mesmo quando tudo se acaba. Mesmo quando ela vai.
Porque ele nasceu para querê-la.
E ela, mesmo distante, jamais o esquecerá.
Valeria didn't rush.
She never did.
Inez was pinned beneath her, wrist locked overhead, the hold precise and impersonal. Not pain. Control.
Inez scoffed anyway.
"That's it?" she sneered. "I've had tutors scarier than you."
Valeria said nothing.
The silence pressed in.
"You don't scare me," Inez added, louder. Brattier. "You just-"
"Enough."
One word. Flat. Final.
Valeria lifted Inez's chin with two fingers, detached as a correction.
"Look at me," she said coolly. "If you're going to embarrass yourself, do it properly."
Inez laughed, brittle.
"You think this makes you powerful?"
"I don't think," Valeria replied. "I decide."
Her gaze never wavered.
"You provoke because it's the last control you have."
"I don't belong to you," Inez snapped.
Valeria leaned in, voice razor-thin.
"You are my wife. You belong to consequences."
She released her grip.
"Say it."
A"No."
Valeria waited.
The quiet broke Inez, she hated being ignored.
"...I'll behave, I'll be a good girl" Inez muttered.
"Specify."
Inez swallowed hard.
"...I'll be your good girl"
Valeria stepped back, already distant.
"Good," she said.
"Remember why."
#1 older women-13th February
(FAST PACE BOOK)