Trabalhar no Palmeiras era meu emprego dos sonhos. Até eu derramar café no tênis caríssimo do Richard Ríos. Eu tinha três regras simples pra sobreviver na Academia de Futebol: 1. Seja profissional. 2. Não se misture com os jogadores. 3. Pelo amor de Deus, passe longe do Richard Ríos. Só que um copo de café voando, um tênis de edição limitada destruído jogou meu planejamento no lixo. Pra não ser processada (ou demitida), acabei aceitando a punição absurda dele: me tornar a "assistente pessoal " do camisa 27 por duas semanas. O problema? O Richard não quer uma assistente. Ele quer me enlouquecer. Entre dancinhas fora de hora, conselhos amorosos terríveis do elenco palmeirense e um perfume importado que devia ser proibido por lei, eu estou tentando não perder o juízo. E, principalmente, tentando lembrar o motivo pelo qual eu deveria odiar esse colombiano abusado. Uma comédia romântica cheia de vergonha alheia, provocação e um jogador que não sabe brincar.
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