O mundo via Júlio Rasec como o tecladista dos Mamonas Assassinas, a mente criativa por trás de muitos arranjos criativos, vivendo sob a luz implacável dos holofotes e o rugido ensurdecedor de milhares de fãs. Mas, na verdade, pra ele, era uma explosão de sentimentos.
Durante anos, Júlio escondeu sua enorme paixão por Aylla Reoli, a famosa irmã de Sérgio e Samuel Reoli, conhecidos como o baterista e o baixista dos Mamonas Assassinas. Aylla, a modelo mais linda do Brasil inteiro, carregando elegância e paz por onde passava, ela sim era colírio para os olhos de Júlio, o silêncio dele, tudo. Júlio a amava com uma ternura profunda, encontrando nela o refúgio para duas inseguranças e o brilho que nenhuma lâmpada de palco conseguia imitar. Pra ele, Aylla não era apenas a irmã de seus melhores amigos; ela era a melodia mais bonita que ele já havia sentido.
Aylla, por sua vez, guardava por Júlio um amor que transbordava em cuidado. Ela admirava a bondade que ele carregava nos olhos e a fora como ele conseguia ser doce, mesmo cercado pelo caos, ela o amava não pelo artista que todo aplaudiam, mas pelo homem que sabia ouvi-la como ninguém. Tudo isso era além d admiração, da amizade, era um amor puro, que florescia entre os dois, alimentada por olhares que diziam tudo o que as palavras ainda não sabiam expressar.
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