A morte chega sem avisar. Em Shadow Fen, isso não é apenas um ditado, é uma promessa. E, às vezes, a morte nem é o pior de tudo. O pior sempre está por vir.
Quando os Graham (Scarlet, Adrian e seus filhos, Ethan e Elena) se mudam para a cidade ancestral da família, tudo parece perfeito. Um novo começo, um negócio próspero (afinal, manicômios são uma novidade por ali), amigos incríveis. A vida, finalmente, é um sonho realizado.
Ethan, o irmão mais velho, é a alma radiante da família, aquele que acreditava que a vida era a maior obra de arte da humanidade. Até que os boatos começam. Sussurros nas ruas sobre sombras que se movem, vozes que sussurram, mentes que despedaçam. O casal Graham tenta ignorar o pânico, mas o preço da ignorância é alto.
Ethan muda. A luz se apaga. O otimista se torna um estranho pensativo e pessimista, que passa a falar de vozes e sombras. Desesperados, os pais o internam no próprio manicômio da família, onde tratamentos milagrosos logo se mostram uma ilusão frágil.
Na madrugada de 31 de outubro, o sonho virou pesadelo. Ethan, o garoto que amava a vida, tirou a própria. E ele foi apenas o primeiro.
Uma morte sobrenatural atrás da outra consumiu seu grupo de amigos, numa sequência aterradora e sem lógica. O terror forçou todos a fugirem, deixando Shadow Fen para trás, selada pelo horror e esquecida pelo tempo.
Mas a cidade nunca esqueceu.
Uma maldição ancestral prende as almas dos que lá pereceram, torturadas por forças sombrias além da compreensão. Por duzentos anos, o silêncio reinou.
Até agora.
Talia Lewis e seus amigos, perdidos numa estrada sinistra após o GPS falhar misteriosamente, se veem diante dos portões decadentes da cidade fantasma. Eles não sabem, mas o destino os trouxe por um motivo. O passado grita por justiça, e os segredos de Shadow Fen estão prestes a acordar.
O terror vai se repetir? Ou, finalmente, há esperança para a libertação que as almas têm aguardando há m
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