Hannah Burleson ✦
Mais conhecida pelo seu apelido,Hina. Ela é Silenciosa, intensa e impossível de ignorar quando entra em cena.
Hannah gosta de azul. Não como detalhe, mas como identidade. Tem queda por comida japonesa, é performática quando luta e odeia qualquer tipo de preconceito sem nem tentar disfarçar. Não se dá bem com animais de estimação, paciência zero, prefere gente que se sustenta sozinha.
É próxima de Devon Lee e Tory Nichols, sua zona segura dentro do caos. Com Samantha LaRusso, a convivência é puramente obrigatória. Não existe afinidade, só respeito forçado por dividirem o mesmo dojô.
Ela não suporta Kwon. Enxerga nele tudo que despreza: agressividade gratuita, ego inflado e essa postura de quem se acha o melhor do ambiente. O ranço é antigo e declarado.
Hina é ex-namorada de Eli Moskowitz (Falcão), mantém uma amizade forte com Miguel, Anthony LaRusso e Robby Keene, pessoas que conhecem o lado dela fora do tatame. Por trás da frieza, existe lealdade real.
✦ Kwon ✦
Frio por escolha, agressivo por sobrevivência.
Kwon é irônico, intenso e completamente dedicado aos treinos. Não acredita em meio termo. Ou você aguenta ou sai do caminho. Gosta de couro, preto e tudo que carrega peso visual. Come comida coreana como ritual e treina pesado ouvindo rock, quanto mais alto melhor.
Evita toque físico. Não por frescura, mas porque nunca teve isso de verdade. Contato sempre significou confronto, nunca cuidado. Ele mantém distância porque é assim que sabe existir.
No dojô, Kwon se comporta como se estivesse sempre sendo testado. Confiança afiada, paciência curta. Acha que respeito se conquista na força e no controle.
Com Hina, o conflito é imediato. Ela o lê como agressivo demais. Ele a vê como fria demais. Nenhum dos dois está disposto a ceder.
E talvez seja exatamente por isso que o choque seja tão forte.
Anos após um término mal resolvido, Lorena e Eduarda são obrigadas a se reencontrar ao serem escaladas para viver um casal apaixonado em uma nova série.
Ex-namoradas na vida real, elas precisam fingir em cena um amor que o público acredita ser atuação, mas que, na verdade, nunca deixou de existir.