Apaixonado por literatura e fotografia, com uma câmera em mãos e no peito sentimentos dispersos, Jeongguk nunca imaginou que por meio da última, teria sua vida inteira e drasticamente transformada em um sombrio, destrutivo e arrebatador enredo para a primeira. Em algum ponto da memória, ele lembrava que Nietzsche uma vez escreveu: "Se olhares demasiado tempo dentro de um abismo, o abismo acabará por olhar dentro de ti." Ao encarar, porém, os abismais e predatórios olhos do homem feito de sombras e palidez carregando nas mãos presságios de morticínio, nem pelos seus mais fantasiosos e estimados livros, Jeongguk ousaria imaginar que ser olhado de volta pela própria morte, o faria sentir-se tão vivo. • +18 E, já sabemos né, PLÁGIO É CRIME!
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