𝕺𝗯𝘀𝗲𝘀𝘀ã𝗼 𝕻𝗼𝘀𝘀𝗲𝘀𝘀𝗶𝘃𝗮
obsessão possessiva A tia Amélia - a verdadeira Amélia, não a versão "boazinha" que os outros conhecem - carrega uma obsessão que queima por dentro. Ela não é ciumenta. Ela é territorial. Desde que o Dark virou homem, ela o marca como propriedade.
Não é amor. É fome.
Ela o observa como um lobo fareja presa: o jeito que ele respira mais rápido quando ela se aproxima, o tremor sutil nas mãos quando ela roça os dedos no pescoço dele "sem querer". Amélia sabe. Sempre soube. E gosta de lembrar ele disso.
"Você acha que pode me ignorar?" - ela sussurra no ouvido dele, uma noite qualquer, enquanto o prende contra a parede da cozinha. A mão dela já desce, aperta firme, sem pedir permissão. "Eu sinto seu membro endurecer toda vez que eu passo perto. Não adianta negar."
Ela não quer romance. Quer controle. Quer que ele pense nela antes de dormir, antes de acordar, antes de tocar qualquer outra. "Se eu te pegar olhando pra uma garota mais nova, eu te faço engolir as palavras. Depois te faço engolir outra coisa."
A obsessão dela é física: unhas cravadas nas costas dele, dentes no ombro, marcas roxas que ela deixa como tatuagens. Ela goza olhando nos olhos dele, como se estivesse dizendo: "Isso aqui é meu. O corpo, o prazer, a culpa - tudo."
E quando ele tenta se afastar - uma viagem, um namoro, qualquer coisa - ela aparece. Sem aviso. Com a chave que nunca devolveu. "Você acha que pode fugir? Eu te encontro. Eu sempre encontro."
Ela o fode como punição. Devagar, cruel, até ele implorar. Depois acelera, até ele se quebrar. "Goza pra mim. Só pra mim. Ou eu paro tudo e te deixo louco."
No fim, ele treme. Ela não. Só sorri, passa o dedo no suor dele e lambe. "Boa noite, meu menino. Amanhã você acorda pensando em mim. De novo."Amélia não ama. Ela possui. E o Dark... bem, ele já não sabe mais se quer escapar - ou se quer ser devorado inteiro.