Lucky
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WpMetadataNoticeLast published Wed, Dec 31, 2025
Eu não posso dizer que sou a pessoa mais sortuda do mundo. Na verdade, talvez seja exatamente o contrário. Vamos à linha do tempo dos fatos: Quando eu tinha apenas cinco anos, meus pais foram vítimas de um latrocínio, e eu precisei crescer em um orfanato. Fui adotada alguns anos depois, por um casal que era aparentemente feliz, mas quando as portas e cortinas se fechavam, a fachada de família perfeita caía, e isso resultou na separação deles, e eu me vi morando sozinha com um homem depressivo e carente durante anos. Nunca fiz questão de exigir atenção, afinal eu era apenas uma intrusa ali, por mais que ele não verbalizasse, eu sabia que sim. A minha família mesmo eram alguns colegas da escola, não que eles fossem a melhor companhia ou influência, longe disso, até porque eles foram os principais culpados para que hoje eu esteja na situação em que me encontro. Quando eu finalmente atingi meus dezessete anos, estava prestes a me formar na escola e tinha encontrado um namorado... Esses namoros de escola, sabe, que você acredita que serão para sempre? Eu sabia que Theo não era o melhor partido - ele era fazia parte de um esquema de drogas com o qual acabei me envolvendo indiretamente, mas eu nunca imaginei que além disso ele também seria um cafajeste. O nosso namoro não era nem de longe um dos mais saudáveis, e por isso eu me vi presa naquele relacionamento por três anos, até que por fim peguei ele me traindo. Ainda me dei ao direito de ficar de luto por aquele relacionamento por alguns dias, mas enfim tomei a decisão que mudaria minha vida para sempre. Coloquem os coletes à prova d'água, peguem os seus dicionários de japonês e me acompanhem nessa jornada dramática que eu chamo de vida!
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Ódio à primeira vista existe, podendo ser comprovado por Cruz e Montenegro. Eles se odeiam desde o primeiro momento, desde a primeira conversa, desde o primeiro dia de trabalho. A pior parte? É não poderem romper esse vínculo e ainda terem que se aturar pelo período de três meses, no qual o ódio aumenta gradativamente. Será que esse sentimento poderá mudar entre operações, casos e investigações? Ou todo esse ódio irá destruí-los?

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