Cupido Também Erra

Cupido Também Erra

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 11, 2026
Quando a palavra cupido aparece, Hollywood insiste em nos fazer imaginar um bebê fofinho, alado e armado com flechas do amor. Na realidade, Lia precisa bater metas, passar despercebida e garantir que suas missões não sejam roubadas por outros seres celestiais. Vivendo entre humanos, Lia tem um emprego comum e passa os dias transformando pessoas apaixonadas em "nós" amarrados pelas suas flechas. Tudo isso sem as asas, fraldas, harpas angelicais ou efeitos especiais. E ela estava se saindo muito bem, obrigada!, mas tudo começa a sair do controle quando um encontro absolutamente (carnal e) mundano coloca no seu caminho Nathaniel, um velho amigo que... veja só! Agora quer se tornar humano porque odeia seu emprego celestial. Entre bater metas, questionar tudo o que sabia sobre seu mundo e lidar com seus sentimentos por Nathaniel (um aprendiz da morte quase-meio-que-namorando), Lia descobre que o propósito da sua vida talvez não seja tão simples. Ah, e para piorar, o amor insiste em se manifestar de formas que ela nunca foi treinada para compreender. ✨ Friends to lovers ✨ Slow burn ✨ Cupidos e seres celestiais ✨ Tragicomédia
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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