Maldita Primavera

Maldita Primavera

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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Rab, Feb 18, 2026
"E assim como a primavera, eu me deixei cortar para vir mais forte..." Não há tristeza que não passe, nem felicidade que dure para sempre. Após dias conturbados, Anahí acreditava que a felicidade que sentia era duradoura. Tudo parecia perfeito naquela primavera em Madri, mas nem tudo são flores e os dias nublados chegaram. Uma história inacabada, consequências inesperadas. A vida às vezes pode parecer um pesadelo e Anahí viveu em um por longos meses, assustada com a responsabilidade, escolhas e decisões em suas mãos, sozinha, sentindo-se despreparada como uma adolescente mesmo em seus vinte e três anos. Embora achasse estar no fundo do poço, ela conseguiu reconstruir sua vida e seguir em frente, vivendo a sombra de um passado não solucionado. Porém, não imaginava que quase sete anos depois ela seria colocada frente a frente com esse passado em uma situação inusitada e levada de volta a reviver cada momento daquela primavera que tentava esquecer, mas com um diferencial: Anahí não era mais a jovem insegura de anos atrás. A vida exigiu que ela amadurecesse e resistisse a tudo por ela e por quem daria a vida e colocaria tudo em jogo: Sofia, sua filha de seis anos. Um dos frutos daquela primavera.
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aya
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E então eu vi seus olhos. Da cor do oceano. Um azul profundo, silencioso, denso como águas que escondem correntes perigosas sob uma superfície aparentemente calma. Não era um azul que chamava atenção de imediato; era um azul que prendia, que puxava devagar, sem dar chance de escapar. Os olhos mais lindos que eu já tinha visto em toda a minha vida. Ouvi alguém gritar meu nome, mas o som chegou abafado, distante. Minha atenção ainda estava nela. Ela parecia presa em um mundo apenas dela. Como se estivesse perdida em outra dimensão. Por um segundo, nossos olhares quase se cruzaram. Quase. Ela piscou lentamente, desviou os olhos e voltou a encarar o vazio, alheia ao gelo, ao jogo, a mim.

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