Código Aurora

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jul 2, 2015
O Mundo Olho despertou e enxergou as cores da vida pela primeira vez. Viu a passagem das trevas à luz no padecer dos velhos ao nascer dos novos. Mas rente ao fulgor da sabedoria, criou-se ignorância e a paz sucumbiu, nascendo assim deuses e demônios, a dualidade do bem e do mal. Nem todas as histórias do universo, deste e de qualquer outro, são contadas de forma fiel aos seus acontecimentos. Nem sempre os heróis foram realmente honrosos, ou sequer de fato existiram. Magos e dragões, selvagens e cavaleiros. Quem ousaria conquistar ou destruir o mundo? Este é um códice do globo que nunca gira. Relatos de plebe e majestade, de deuses ou indignos, de luz e de trevas. Tomos que marcaram a vida de personagens merecedores de épicas canções. Memórias de homens e mulheres, de entidades e criaturas. Esta é a aurora dos tempos, a origem do mundo de Khroma.
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#107
épico
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"Sob a luz clara do anoitecer, quando o sol voltar a morrer e noite assim renascer, os limites do coração e da alma serão definidos pelo poder." No crepúsculo obscuro do outono, o céu fora tingido com as cores das velhas heranças e das lendas passadas, tecido pelas mãos do destino e enfeitado por um empobrecido vislumbre de esperança. Eras escritas por aqueles um dia coroados pelo poder, outrora ditadas pela glória e por um desejo a se conceder, desfazendo-se no sangue das almas perdidas e no suspiro mortal de memórias jamais esquecidas. De acordo lendas e até mesmo feridas, jaz a ordem renascida em meio ao alvorecer amaldiçoado, marcada pela queda divina e o espírito atormentado nas sombras da magia e no orgulho envenenado. Não se pode escapar do passado sabendo que um dia ele já foi o presente, tendo deixado cicatrizes que o sol nunca irá curar, e os rastros da essência daquilo que poderíamos nos tornar. Luz e escuridão; Quando essas são as únicas forças a emergir da própria alma, seria presunção acreditar em esperança? Ou talvez esse fosse o refúgio do desespero?

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