No apartamento 302, o silêncio falou mais alto do que qualquer grito.
Três dias após sua morte, Daiane Moreau, uma jovem escritora promissora, é encontrada sem sinais aparentes de violência, cercada por páginas rasgadas de seus próprios manuscritos e por uma rosa escura manchada de sangue. Não há indícios de invasão, luta ou despedida, apenas uma cena cuidadosamente construída, inquietante demais para ser casual.
Durante a investigação, a polícia levanta hipóteses conflitantes: teria Daiane previsto o próprio fim? Tentado apagar algo que não deveria ter sido escrito? Ou estaria envolvida em um delírio literário levado longe demais?
Entre trechos de um manuscrito incompleto e detalhes ignorados nos relatórios oficiais, surge uma possibilidade perturbadora: talvez Daiane não estivesse escrevendo uma história, talvez estivesse apenas terminando uma que já exigia um preço.
A Rosa Sangrenta é um conto de suspense psicológico onde a criação cobra seu sacrifício, e o verdadeiro horror não está na morte, mas na certeza de que alguns finais não podem ser evitados.
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