Ambiguidade

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, ene 18, 2026
Este poema é a fragmentação da identidade feminina diante das pressões sociais e do tempo. A obra descreve o conflito entre o "eu social" (o dia, o trabalho, a armadura, a razão) e o "eu visceral" (a noite, a vulnerabilidade, o desejo, a memória). A síntese se dá no reconhecimento de que a força da mulher não reside em ser apenas uma dessas faces, mas na coragem de sustentar a tensão de ser todas elas ao mesmo tempo.
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Há um instante, quase sempre despercebido, em que o coração estremece pela primeira vez - e o mundo, antes cinza e previsível, ganha contornos de vertigem. Quando Nascem as Borboletas é sobre esse instante. Sobre o milagre e o desespero de sentir demais, de uma só vez.

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