Essa fanfic nasceu de uma pergunta que não me largava: E se o tempo resolvesse brincar com a própria dinastia Targaryen? Aegon, O Conquistador e Rhaenyra pertencem a épocas diferentes, quase opostas, mas carregam a mesma maldição, o peso de um trono que cobra tudo.
Escolhi retratar o Aegon como o homem da Conquista, não como lenda distante. Queria que ele fosse real, imperfeito, duro como o aço de Blackfyre, e ao mesmo tempo capaz de enxergar em Rhaenyra algo que ninguém ao redor dela vê: uma rainha antes mesmo da coroa.
Já a Rhaenyra desta história não é apenas a herdeira questionada de House of the Dragon. Ela é uma mulher cansada de provar seu valor, cercada por traições, mas ainda ardendo por dentro como fogo valiriano. Colocar esses dois frente a frente é como acender duas chamas antigas no mesmo quarto.
Não escrevo este romance para mudar a história original, e sim para conversar com ela. O encontro deles não é sobre apagar Daemon, ou a Rhaenys e a Visenya I, e sim sobre explorar um elo impossível entre passado e presente, dever e desejo, destino e escolha.
A relação entre Aegon e Rhaenyra será construída devagar, com respeito ao universo de George R. R. Martin. Nada de amor "mas não vou negar que pode ter um tipo de intimidade" instantâneo: aqui existem choque, desconfiança, admiração e, acima de tudo, consequências.
Obrigada por embarcarem comigo nessa viagem entre dragões, coroas e tempos que não deveriam se tocar. Cada comentário de vocês alimenta meus próprios dragões e as minhas loucuras também interiores KKKKKKKKKKKK.
Com carinho, vossa autora
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