Circulam entre as sombras de Seul, sussurros que se perdem no tempo, sobre um clã ancestral, cujas raízes se entrelaçam com as próprias lendas da cidade. Não se trata de uma fofoca trivial, mas de um segredo guardado por gerações, tecido nas entrelinhas da história e sussurrado em becos escuros, longe dos olhares da modernidade.
Dizem as más línguas que este clã, conhecido apenas como "Os Guardiões do Véu", detém um poder peculiar, uma arte antiga que lhes permite manipular os fios do destino e da percepção. Não com armas de aço ou fogo, mas com a sutileza de uma lenda urbana, com a força de uma crença coletiva. Suas "armas" são os medos e as esperanças que habitam o coração humano, as histórias que se contam e se distorcem, ganhando vida própria.
Em Seul, onde sussurros de clãs ancestrais se misturam à modernidade, a Dra. Amelie, cirurgiã colombiana, busca um futuro. Sua ascensão a um cobiçado cargo de cirurgiã-chefe, contudo, a lança em um turbilhão de ameaças veladas e a gélida sensação de ser observada. Cartas anônimas a proíbem de revelar segredos aos olhos da lei.
A cidade, outrora vibrante, sucumbe a um caos velado: toque de recolher, hospitais cercados por policiais, acessíveis apenas por ambulâncias. Amelie, presa no hospital sob constante vigilância, sente o peso de um perigo invisível. As fofocas mais antigas ressurgem, falando de um clã, os "Guardiões do Véu", que por eras regeu Seul. Mas agora, o murmúrio é de que foram suplantados, e uma nova máfia domina.
Se os antigos guardiões falharam, quem protegerá Seul? Amelie, com sua lógica e coração de curandeira, percebe que sua luta pelo cargo é apenas uma peça em um jogo secular de poder e segredos, onde as lendas se tornam realidade e a fofoca é a arma mais afiada.
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