Alexei Volkov mata pessoas para viver.
Frio, metódico e invisível, ele construiu uma reputação que ninguém conhece pelo nome - apenas pelo rastro de corpos e silêncio. Emoções são fraquezas. Vínculos são erros. Até Noah.
Noah Kessler deveria ser apenas um detalhe fora do plano. Um homem comum, olhar calmo demais, presença discreta demais... e um passado que insiste em não permanecer enterrado. Por trás da rotina controlada, existe algo quebrado, proibido, faminto - uma versão de si mesmo que ele esconde de todos, mas que reconhece Alexei no instante em que seus olhares se cruzam.
O que começa como curiosidade se transforma em obsessão.
Alexei vê em Noah algo que não sabe nomear, apenas sentir: perigo travestido de doçura. Noah vê em Alexei a permissão para ser aquilo que passou a vida inteira reprimindo. Eles não deveriam se querer. Não deveriam se tocar. Não deveriam existir um na vida do outro.
Mas quanto mais tentam se afastar, mais se afundam.
Entre assassinatos, segredos e identidades fragmentadas, os dois se prendem em um jogo silencioso de controle, desejo e reconhecimento - onde amar pode ser tão mortal quanto matar.
Porque algumas obsessões não nascem do ódio. Elas nascem do espelho.
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