THE CANNIBAL : TAKEMICHI HANAGAKI

THE CANNIBAL : TAKEMICHI HANAGAKI

  • WpView
    Reads 1,397
  • WpVote
    Votes 305
  • WpPart
    Parts 44
WpMetadataReadMatureComplete Wed, Mar 4, 2026
🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡 mikey era um homem criminoso, dono da tão infame bonten, mais um dia ele teria que ser pego não é? ele passa por julgamento que foi um tremendo tédio para ele e a designado para uma prisão do Japão hakaya. mas aí que estava negócio Mikey o tinha poder tanto entro como fora de hayaka, pois um dos traficantes de lá era um dos sócios de Mikey, ele tem que suportar fofocas insuportáveis dos guardas da prisão que estão levando ele para suas cela, sobre o seu companheiro que é um canibal, Mikey não vai ser nem o primeiro talvez nem o último que foi devorado por ele, mas talvez seu companheiro de cela, acabe poupando mãe pois eles começaram um romance bem fora do comum você também acredita que esse romance pode dar certo ? se sim tenha uma boa leitura, espero trazer mais histórias que vocês gostem. assinado : fukua_027 sua autora de mitake 🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡🍒🍡
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • " Eu também era o seu filho... "
  • O Herege e o Imortal - Tesla X Beelzebub
  • >Lulaw< Você é Meu Tritão
  • Apaixonados!? - Sonadow
  • odeio alfas, principalmente satoru gojo ( goyuu)
  • (Im)possível
  • Meu Líder de Tokyo(Takemikey)
  • I Love you
  • ♡𝓜𝔂  𝓛𝓸𝓿𝓮  𝓜𝓲𝓷𝓮  𝓐𝓵𝓵  𝓜𝓲𝓷𝓮 ♡
  • Pela Nossa Paz (Sugisaku Finalizado)

- Shidou Ryusei: Eu cresci acreditando que não havia espaço para mim naquele lugar. Havia sempre gritos, sempre portas batendo, sempre olhares que me atravessavam como se eu fosse apenas um erro esquecido no meio da sala. Diziam que eu teria irmãos, dois, por parte de quem deveria ter sido meu pai. Mas, em mais um dia que deveria ser comum - ou ao menos fingir ser -, a discussão passou do limite. Vozes se ergueram, cortantes como lâminas, até que a frase ecoou pela casa como uma sentença: "Pode levar seus filhos embora. Os meus, você deixa." Eu também era filho. Mas ninguém parecia se lembrar disso. Minha vida sempre foi feita de ruídos e violência, de dias nublados mesmo sob o sol mais forte. Eu brigava. Na escola, nas ruas, comigo mesmo. Era a única linguagem que eu conhecia. Até que, em um dia absurdamente claro, desses que parecem zombar de quem só carrega tempestades no peito, tudo mudou. No meio de mais uma confusão, meus passos se chocaram contra livros espalhados pelo chão. Pertenciam ao garoto estranho da sala. Quieto demais. Invisível demais. Ninguém nunca reparava nele - eu incluso. Até aquele instante. Ele era... diferente. Os cabelos tinham a tonalidade do escarlate sob a luz, brilhando como se o próprio sol tivesse decidido repousar ali. Os olhos, de um azul profundo e opaco, lembravam um mar morto: belo, silencioso, perigoso. A pele clara contrastava com o caos ao redor, quase como se ele não pertencesse àquele mundo. Perguntei se a culpa era minha. Ele apenas assentiu, sem dizer uma palavra. Pela primeira vez em muito tempo, pedi desculpas. Ajoelhei-me para recolher o que havia caído, como se, ao tocar aqueles livros, eu também pudesse juntar algo quebrado dentro de mim. Eu não sabia ainda, mas naquele dia - entre gritos abafados, corredores sujos e um silêncio que falava mais que qualquer briga -, minha vida encontrou algo que nunca teve antes. Um ponto de calma. Um olhar parecia não me julgar.

More details
WpActionLinkContent Guidelines