Sana era daquelas patricinhas ricas e mimadas que pareciam viver apenas para si mesmas. Cresceu em uma família extremamente rica e privilegiada, sempre tendo tudo ao seu alcance. Com o passar dos anos, tornou-se uma das maiores modelos de todos os tempos, mas seu jeito fechado, mimado e aparentemente mesquinho fez com que fosse constantemente taxada de arrogante.
Tzuyu, por outro lado, cresceu enfrentando as dificuldades da vida. Aprendeu desde cedo a lidar com perdas e, principalmente, com a dor. Nunca se deixou dominar pela raiva e jamais se permitiu amar alguém. Para ela, o basquete sempre foi sua única e verdadeira paixão. Já adulta, a oportunidade de se tornar jogadora profissional em Nova York bateu à sua porta - e ela não pensou duas vezes antes de agarrá-la.
Na adolescência, as duas mal se conheciam, mas sabiam muito bem da existência uma da outra. Não havia amizade, curiosidade ou proximidade - havia antipatia. Sana enxergava Tzuyu como fria, distante e excessivamente séria. Tzuyu via Sana como tudo o que desprezava: privilegiada, mimada e inacessível. Elas se evitavam sempre que possível e, quando se cruzavam, o silêncio carregado dizia mais do que qualquer discussão.
Tudo mudou quando Sana foi enviada para um internato católico em Nova York. De lá, só saiu quando sua mãe impôs sua carreira como modelo, afastando-a de vez da vida que conhecia - e de Tzuyu.
Para Tzuyu, o amor sempre foi algo estranho e distante. Para Sana, era algo que já havia experimentado, mas no qual acreditava não ser mais possível.
Quando Sana recebe uma proposta para ser fotografada com o time de basquete de Nova York, o destino parece finalmente começar a agir.
Será que, depois de tantos anos, o ódio do passado ainda vai falar mais alto - ou algo diferente pode surgir desse reencontro?
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