Hunger nos mostra como o amor pode construir confiança, mudança e recomeço, o que nessa história significará muito para Harry e Louis. Eles serão livres, livres como nunca conseguiram e aqui, o amor e a fome os transformaram para o resto de suas vidas.
Harry e Louis, anos depois, estão feridos, machucados demais mais demonstrar o amor que sentem um pelo outro. Serão necessários aprendizados, conversas, brigas, momentos e sentimentos inesquecíveis para fazer com que eles tomem juízo e vejam que foram feitos um para o outro.
Nenhum tipo de despedida é boa, seja ela necessária ou não. Seja um melhor amigo que vai mudar de cidade; seja um namoro que não deu certo; seja o último dia de aula do colegial; seja uma pausa na sua banda por tempo indeterminado. Todas, sem exceção são despedidas que doem, marcam sua vida para sempre, mesmo que você consiga viver perfeitamente - ou quase - com ela. É fácil, você inventa mentiras para si mesmo, afirma que não foi nada demais, que não sente falta. Mas no fundo, deitado na cama com o ar gelado do seu apartamento, Louis sabe que dói.
Nem mesmo o cigarro, expandindo sua fumaça densa e amarga consegue aquecer Louis, tragando o mais fundo que consegue sem tossir como um viciado. Então, uma pequena bolinha brilhante, bem no final do túnel, chama Louis, acanha-o e o ludibria, mas também não é como se ele não quisesse. É quando a proposta surge em um dia aleatório de dezembro, somente uma turnê, três meses, e Louis poderia voltar para seu apartamento gelado.
Hunger nos ensina respeito, afeto e uma possibilidade que infelizmente não podemos viver ao lado deles.
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