No norte da Itália, em uma região rural onde a tradição ainda molda comportamentos e a fé governa silêncios, uma jovem de vinte e um anos se deixa envolver por um homem cuja autoridade não precisa ser afirmada. Sua presença é calma, precisa, inevitável. Ao lado dele, ela sente algo raro: pertencimento. Movida por um desejo profundo, ela acredita ter encontrado nele não apenas um amor, mas um destino.
À medida que se afasta da família para refugiar-se em sua companhia, mudanças sutis começam a surgir: nos gestos, na linguagem e na forma como sua própria vontade começa a se alinhar à dele sem resistência. A família, marcada por hierarquias rígidas, afetos mal resolvidos e disputas silenciosas, percebe o deslocamento e reage com desconfiança.
Durante um jantar cuidadosamente organizado, não há gritos nem confrontos. Há, em vez disso, uma pressão quase imperceptível, a sensação crescente de que algo invisível organiza os gestos, os pensamentos e as reações dos presentes. Nada é declarado, mas tudo parece obedecer a uma lógica antiga, como se aquela casa exigisse mais do que presença - exigisse entrega.
Entre o horror psicológico e o gótico contemporâneo, o romance acompanha o avanço lento de uma ameaça que nunca se revela por completo, explorando como o controle pode se disfarçar de cuidado, como a devoção pode ser ensinada, e como estruturas familiares, religiosas e sociais preparam o terreno para forças que não precisam se impor, apenas esperar que alguém se curve primeiro.
(Não autorizo nenhuma reprodução ou adaptação da história)
Morgan Russell, é uma jovem de dezoito anos que vive na pequena cidade Derry Mayne, a cidade assombrada. Seu pai sendo traumatizado pela "coisa", não pode mais voltar para aquele lugar, e isso prejudica Morgan, que acredita que pode ser uma presa fácil para o palhaço por ser filha do homem que a "coisa" tentou matar um dia.
Plágio é Crime.
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2021 Srta_Lokidottir