UM MAR DE FLORES

UM MAR DE FLORES

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WpMetadataNoticeÚltima publicación mié, feb 25, 2026
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Ficción
Romance
Depois de dois anos desaparecida, Agatha Christian volta para casa achando que o mais difícil seria enfrentar os quatro irmãos superprotetores, dramáticos e ligeiramente caóticos. Spoiler: não era. O verdadeiro problema surge quando ela cruza o caminho de um certo marinheiro arrogante, irritantemente bonito e convencido de que o mundo gira no ritmo das marés, e não das vontades dela. Talvez o ódio dela seja talvez só pelo simples falo dele ser um marinheiro (ignoramos o fato de que o primeiro encontro delas é em meio de uma grande confusão). Ele é disciplina, mar aberto e orgulho. Ela é tempestade, ironia afiada e fuga mal resolvida. Eles se odeiam à primeira vista. À segunda também. À terceira... bom, já tem tensão demais para ser só implicância. Entre provocações afiadas, encontros inesperados no porto, discussões que começam com "eu não suporto você" e terminam perigosamente perto demais, Agatha vai descobrir que o mar não é a única coisa capaz de arrastar alguém para longe, ou trazer de volta. Mas amar um marinheiro significa aceitar partidas. E Agatha já foi embora uma vez. A questão é: ela terá coragem de ficar quando o coração dela decidir ancorar?
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#19
marinheiro
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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