Nattan sempre acreditou que o amor fosse uma escolha diária.
Escolher respeitar. Escolher conter. Escolher não se perder.
Casado, reservado e aparentemente íntegro, ele luta em silêncio contra uma escuridão que nunca ousou revelar - pensamentos possessivos, impulsos sombrios e uma obsessão que ameaça tudo o que ele mais ama. Para preservar o casamento, Nattan aprendeu a dominar seus próprios abismos.
Já Nattaniel, seu irmão, jamais tentou se controlar.
Agressivo, manipulador e sedutor, ele transforma traição em hábito e o caos em prazer. Onde Nattan impõe limites, Nattaniel provoca. Onde um escolhe amar, o outro escolhe possuir.
Entre os dois existe mais do que sangue: existe um espelho quebrado.
E quando limites são ultrapassados e segredos vêm à tona, Nattan é forçado a encarar a pergunta que sempre evitou:
Até que ponto somos responsáveis por aquilo que escolhemos não ser?
O Irmão Que Eu Poderia Ser é um romance sombrio sobre dualidade, obsessão, moralidade e a linha tênue entre amor e controle - uma história onde a maior batalha não é contra o outro, mas contra si mesmo.
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