Um grupo de amigos decide passar um fim de semana em um chalé isolado no meio de uma floresta para comemorar o aniversário de um deles. À primeira vista, o local parecia perfeito: amplo, cercado por árvores imponentes, com um clima agradável e uma beleza rústica que transmitia a sensação ideal de privacidade e tranquilidade. Antigo e afastado de tudo, o chalé parecia feito sob medida para quem queria se desconectar do mundo.
Na véspera do aniversário, o grupo organiza uma festa improvisada no porão, reunindo-se para contar histórias de terror, como qualquer grupo de jovens faria. Durante a exploração do ambiente, eles encontram um pequeno artefato esquecido entre os objetos antigos do lugar. Era feito de uma rocha ancestral, moldado à mão e aparentemente inofensivo. No início, ninguém lhe deu importância.
Enquanto riam e conversavam, o relógio marca 00:00, dando início ao aniversário. No mesmo instante, o artefato escapa das mãos de um deles, cai no chão e se parte. É nesse exato momento que algo muda.
O ar do chalé se transforma. O que antes parecia acolhedor torna-se sufocante, pesado e inquietante. Ainda assim, eles decidem permanecer no local, relutantes em ir embora depois do alto valor investido para alugar o chalé naquele fim de semana.
A partir daquele dia, sem que percebessem de imediato, algo havia sido libertado. Ao quebrarem o artefato que parecia tão inofensivo, trouxeram de volta uma presença antiga, paciente e cruel. A entidade os seguiu para além do chalé, conectada a cada um deles de maneira invisível. Com o tempo, um padrão macabro começou a se formar. A criatura escolhia agir sempre na data mais simbólica de suas vidas. Um por um, passaram a ser caçados em seus próprios aniversários, transformando o que deveria ser um dia de celebração em uma contagem regressiva para o horror.
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