"Eu vivia agarrada ao que me feria porque a dor era familiar, até que ele apareceu não como cura, mas como presença - e me mostrou que eu podia continuar existindo sem me destruir para sentir alguma coisa."
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Leandra, uma garota cujo passado não foi nada gentil, caminhava sozinha, se apegando a algo que mais machucava do que confortava. Cansada de sonhar e acreditar, ela segue pela vida sem rumo, em modo sobrevivência - até cruzar com ele, "o cara da camisa dos Beatles" como Caspar foi conhecido muito tempo antes do seu nome realmente importar.
Ele chegou não para salva-lá, mas para caminhar ao seu lado.
Entre aproximações, reviravoltas, brigas, conversas, cortes, risadas, choros, eles percebem que amar não apaga a dor, mas pode abrir espaço para respirar, soltar e recomeçar de outra forma.
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Aviso de conteúdo sensível: esta obra é baseada em fatos reais da vida da autora e aborda temas como depressão, sofrimento emocional e comportamentos autodestrutivos. Pode causar gatilho para leitores que já vivenciaram situações semelhantes. Leia com cuidado e, se necessário, busque apoio.
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Stand by Me é sobre permanecer, por você, e por quem caminha ao seu lado.
Plágio é crime.
Ódio à primeira vista existe, podendo ser comprovado por Cruz e Montenegro. Eles se odeiam desde o primeiro momento, desde a primeira conversa, desde o primeiro dia de trabalho.
A pior parte? É não poderem romper esse vínculo e ainda terem que se aturar pelo período de três meses, no qual o ódio aumenta gradativamente.
Será que esse sentimento poderá mudar entre operações, casos e investigações? Ou todo esse ódio irá destruí-los?