O que sobreviveu em mim narra a história de Cacaw - Mariana Cacaw.
Não como quem se apresenta, mas como quem resiste.
Solitária por hábito, sociável por sobrevivência. Às vezes espirituosa, às vezes simpática, às vezes até popular - e em muitos dias apenas alguém tentando atravessar o próprio pensamento sem se afogar nele.
Do signo de Peixes, sente demais, pensa demais e se culpa por tudo isso, como se sentir fosse um erro de caráter. Em certos momentos quer abraçar o mundo com as mãos; em outros, já desistiu antes mesmo de tentar explicar o porquê.
Vive entre extremos silenciosos: a urgência de existir intensamente e a vontade legítima de desaparecer por um tempo - não por drama, mas por lucidez. Ri quando cansa, ironiza quando dói, observa tudo como quem já entendeu que o caos não se resolve, apenas se habita.
Acompanhe esta história para descobrir o que vai rolar na vida de Cacaw: se ela vai se encontrar, se perder de vez ou apenas continuar -
porque, no fim, sobreviver talvez seja o ato mais radical de todos.
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