Tony Potter Carter, um soldado com estresse pós-traumático. Kathe Parker Croft Carter, uma agente especial afundada na própria insegurança. Eleanora Cassandra Smith, uma soldado perdida na própria existência. Grace Potter Carter, uma jornalista tentando encontrar a verdade. Jill Valentine, tomada pela culpa. Leon S. Kennedy, cansado de lutar e sem forças para seguir em frente. E Claire Redfield, dominada pelo luto.
Perdidos em seus próprios demônios, Tony, Kathe, Eleanora, Jill, Leon e Claire precisarão lidar com a soberba humana de abrir a Caixa de Pandora.
Spencer, Saddler e Mãe Miranda. Todos eles, em sua arrogância e desespero, ousaram controlar a vida. Ousaram abrir a Caixa de Pandora, e deixaram seu pior pesadelo escapar: Albert Wesker, um deus para os mortais.
Mas a vida não pode ser controlada. Ela se liberta. A vida encontra um meio.
E, assim como o Gato de Schrödinger não está nem vivo, nem morto, essa história não possui um final feliz, e muito menos um final triste.
Afinal, o que define se um final é triste ou feliz? O encontro com a paz, mesmo na morte? Ou a perdição eterna, mesma na vida?
Essa história contém: Violência, uso de álcool, uso de drogas, cenas de sexo, depressão, luto e Síndrome de Estocolmo.
Tony, Kathe, Grace e Eleanora são personagens criados por mim.
Resident Evil e seus personagens pertencem à Capcom.