Ruído Residual

Ruído Residual

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Mar 5, 2026
No subsolo de um instituto forense, onde o silêncio é tratado como prova de normalidade, um arquivista especializado em análise sonora encontra algo impossível: um ruído que não aparece em nenhum registro técnico. Ao isolar o som, ele ouve o que jamais deveria estar ali - uma respiração humana, frágil, desesperada... e uma voz feminina que tenta lhe dizer algo antes de desaparecer. O sistema classifica como falha. Os relatórios encerram o caso. Mas o ruído continua voltando, atravessando arquivos que não têm ligação aparente. Com a ajuda de uma médium que desconfia das próprias visões, ele começa a seguir um rastro invisível que conduz a uma verdade enterrada não pela morte, mas pela versão que todos aceitaram acreditar. À medida que a investigação avança, torna-se impossível ignorar a pergunta que ecoa por trás de cada silêncio: e se a verdade não for o que aconteceu - mas aquilo que sobrevive como história? Entre o ceticismo e o sobrenatural, Ruído Residual constrói um suspense psicológico inquietante, onde ouvir pode ser mais perigoso do que permanecer em silêncio.
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ESSA OBRA É UM DARK ROMANCE! E NELA TEMOS DIVERSOS ASSUNTOS DELICADOS!!!! Há lugares onde ninguém nasce com escolha. Ali, sobreviver é uma função, não um direito. Uma criança cresce cercada por ordens, silêncio e coisas que não deveriam existir. Não há passado claro, nem futuro prometido. Só rotinas que cheiram a ferrugem e decisões que mancham as mãos cedo demais. Anos depois, o mundo conhece uma mulher que não pede perdão. Ela não vende drogas. Ela vende consequências. Some de países, apaga rastros, transforma predadores em exemplos. Ninguém sabe de onde veio. Ninguém sabe o que perdeu. Entre sangue, poder e controle, algo antigo ainda respira dentro dela. Uma pergunta que nunca foi respondida. Um vazio que não aceita nomes. Um erro pequeno demais para aquele mundo, mas grande o suficiente para quebrá-lo. Não é uma história sobre bem ou mal. É sobre o que sobra quando a humanidade é arrancada à força. E sobre o tipo de fome que não se mata com oração. Alguns chamam de justiça. Outros de monstros. Ela chama de sobrevivência.

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