Em Vila Rubra, uma sequência de assassinatos começa a transformar o medo em rotina. As vítimas não parecem escolhidas ao acaso: todas carregam marcas estranhamente cuidadosas, como se a morte fosse precedida por um ritual silencioso. No centro dessa atmosfera sufocante está Helena Duarte, uma jovem assistente de necrotério que convive com um cansaço profundo, noites mal dormidas e lapsos de memória que ela prefere ignorar.
Quando Helena e seus amigos decidem viajar para Serra Dourada em busca de descanso, acreditam estar fugindo da tensão que tomou a cidade. Mas a tranquilidade dura pouco. Novas mortes surgem - com a mesma assinatura - como se o horror tivesse aprendido a seguir seus passos.
À medida que o cerco se fecha, relações se desgastam, segredos antigos emergem e a confiança entre o grupo começa a ruir. Um psicólogo recém-formado tenta encontrar explicações racionais, um cantor transforma o medo em música, e uma amizade improvável se constrói no meio do caos. Enquanto isso, Helena passa a questionar não apenas quem está cometendo os crimes, mas o que acontece quando o mundo adormece.
Entre ruas silenciosas, corpos que guardam mensagens inquietantes e uma frase que insiste em retornar.
A Cidade que Vem Atrás, conduz o leitor por um suspense intenso sobre identidade, culpa e aquilo que pode despertar ao anoitecer
Porque, às vezes, o lugar mais perigoso não é a cidade que nos persegue, é o que carregamos dentro.
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