Percy Jackson já enfrentou monstros, profecias e a própria morte.
Mas nada o preparou para fracassar em algo comum.
Sem conseguir entrar na faculdade e com o término do relacionamento com Annabeth, Percy se vê preso no Acampamento Meio-Sangue durante o ano inteiro. Pela primeira vez, não há guerra. Não há missão. Não há mundo para salvar.
E ele não sabe quem é sem isso.
Enquanto seus amigos seguem em frente, acumulando experiências no mundo real, Percy descobre que só sabe sobreviver ao próximo verão e não tem ideia de como apenas viver.
Sirin sempre soube que o amor podia ser perigoso - afinal, é filha de Afrodite.
Mas quando seu poder começa a se transformar em algo letal, ela percebe que é uma semideusa muito mais poderosa do que imaginava. Então se sente culpada por não ajudar o acampamento tanto quanto poderia, por falta de empenho e treinamento.
Ambos se veem como completos opostos e juntos tentam equilibrar o mundo dos deuses e o mundo real.
Com pétalas que cortam como lâminas e uma missão ligada à mãe com quem não fala há anos, Sirin parte em busca de respostas - e leva Percy consigo.
Ao lado deles está Astraea, filha de Tânatos, que não acredita em amor, destino ou dependência. Só em emoção.
Entre Ferraris rosas, estátuas quebradas, ícor espalhado e deuses que mentem, Percy aprende que talvez o mundo real seja mais assustador que qualquer profecia. E que amar pode ser a maior imprudência de todas. Sirin aprende a controlar seus poderes e que também precisa de disciplina.
Astraea... Bom, ela não aprende nada. Se diz autossuficiente e que entrou na jornada apenas pela emoção. No entanto, admite que também foi para ver onde a relação de Percy e Sirin vai dar, ela já viu a relação de ódio que os dois tinham no começo se tomar uma amizade conturbada e agora quem sabe um relacionamento mais conturbado ainda.
Afinal, se Percy é uma onda em ruína,
Sirin é a pedra onde pode e escolhe se quebrar.
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