Aurora nunca foi fã de esportes.
Ir a um jogo de hóquei definitivamente não estava nos seus planos em um dia normal.
Mas quando sua nova amiga a arrasta para a arena da faculdade, Aurora descobre que talvez o problema nunca tenha sido os jogadores quando seus olhos pousam em um loiro com o sobrenome Donovan nas costas.
Ela não sabe o primeiro nome dele, não entende as regras do jogo e não faz ideia da posição que ele joga. Só sabe que, a partir daquele momento, é oficialmente fã. Isso inclui levar placas, gritar e ter uma mini obsessão incluída.
Existe apenas um detalhe inconveniente.
O Donovan errado acha que ela é fã dele.
Ryder Donovan, o jogador brutamontes de mais de dois metros de pura competitividade, orgulho ferido e um complexo de inferioridade do tamanho da arena está cansado de viver à sombra do primo Philippe Donovan, o mesmo Donovan que, por ironia do destino, é o verdadeiro alvo da paixão de Aurora.
Então, quando descobre que a garota de cabelo rosa nas arquibancadas é obcecada pelo primo dele, ele decide transformar aquilo na sua primeira vitória pessoal.
Conquistar a torcida dela. Fazer com que ela troque de lado. Provar que, dessa vez, ele é a melhor escolha.
O plano era simples e para ele uma boa ideia. Até Ryder perceber que Aurora não é apenas teimosa, ela é perigosamente difícil de convencer.
E quanto mais ele tenta ganhar a disputa, mais começa a perder algo que nunca esteve preparado para arriscar.
Porque, no fim das contas, o que está em jogo não é apenas uma rivalidade familiar.
É o coração dele e talvez o dela também.
Mary o odeia. Não no sentido figurado - ela odeia mesmo. Ethan destruiu sua paz antes de sumir do país, e agora voltou, com aquele sorriso cínico e o mesmo olhar de superioridade.
Ethan a provoca só pelo prazer de vê-la irritada. Não perde tempo. Zomba, desafia só pra ver até onde consegue levar a paciência dela.
Ela tenta não mostrar, mas ele sabe exatamente onde ferir.
Ela, a nerd bolsista. Ele, o bad boy rico.