Olhos azuis.

Olhos azuis.

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Mar 8, 2026
Você já viveu o bastante pra sentir que não tem mais sentido a sua existência? Atlas se sente assim com apenas 23 anos. Se agarrando a pequenas esperanças de orgulhar sua mãe e encontrar um sentido, afundando nas próprias dores enquanto tenta encontrar um motivo para continuar. Assim ele encontra os olhos azuis mais bonitos que já viu. De forma caótica e nada convencional. Mas quando duas pessoas quebradas se encontram, resta a pergunta que nem mesmo os céus parecem saber responder: como alguém pode se consertar usando os cacos de outra pessoa? Aviso ao leitor Esta história aborda temas sensíveis, incluindo: culpa, abandono parental, automutilação, uso de drogas, pensamentos autodestrutivos e pressão acadêmica. Caso você seja sensível a qualquer um desses tópicos, sinta-se à vontade para não iniciar ou interromper a leitura a qualquer momento. Se você estiver passando por alguma dessas dificuldades, saiba que não está sozinho. Mesmo no abismo, sempre existe uma rachadura por onde a luz entra.
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Gael é o herdeiro perfeito do asfalto: loiro, delicado e protegido por uma bolha de luxo no Leblon. Sua vida é uma linha reta até que sua melhor amiga o arrasta para o coração do perigo: um baile funk no topo da favela. Lá, ele não encontra apenas música e adrenalina, mas o olhar fixo de Pesadelo, o dono do morro. ​Entre fuzis, gírias e a batida ensurdecedora do proibidão, o choque entre o privilégio e o crime acende uma tensão perigosa. O que começa como um peixe fora d'água tentando sobreviver à noite, torna-se um jogo viciante de poder e sedução. Pesadelo quer dominar o "anjo" que caiu em seu território, mas Gael guarda uma audácia que o bandido nunca ousou enfrentar. Em um mundo onde o prazer é a única regra, quem ditará as cartas desse jogo?

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