Em 1934, uma menina nasceu entre o silêncio e o quase adeus.
O cordão marcava seu pescoço como se a morte já soubesse seu nome.
Mas ela voltou.
Única filha em uma família que temia o diferente, Maia cresceu carregando olhares, superstições e o peso de existir onde não era esperada.
Ao seu lado, um cão marcado pelo abandono caminha fielmente.
Porque a morte nem sempre vem para levar.
Às vezes, ela apenas mostra o caminho.
E Maia sempre sabe quando é a hora.
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