Desde sempre, Duda e Tato vivem em constante implicância. Discussões, provocações e olhares atravessados fazem parte da rotina dos dois. Para eles, qualquer convivência já é difícil - quanto mais algo além disso.
Mas tudo muda quando uma proposta inesperada surge.
Cansadas de ver os rumos que a vida dos filhos estão tomando - de um lado, a pressão por crescimento e imagem; do outro, uma reputação cada vez mais difícil de sustentar - suas mães decidem intervir.
A ideia é simples.
E ao mesmo tempo... absurda.
Um relacionamento.
Não por amor.
Não por vontade.
Mas por estratégia.
Um contrato.
Durante um ano e meio, Duda e Tato precisariam sustentar um namoro perfeito diante do público - com aparições, postagens, eventos e uma convivência constante. Tudo planejado para beneficiar os dois lados.
Quando escuta a proposta, Duda se recusa imediatamente.
Para ela, a ideia é completamente fora de questão. Não faz sentido fingir um sentimento que não existe - ainda mais com alguém que ela mal consegue suportar.
Mas, aos poucos, a pressão aumenta.
Argumentos, insistência... e a promessa de que aquilo poderia mudar tudo para o seu futuro.
E, no fim, ela cede.
Do outro lado, Tato aceita com muito mais facilidade. Para ele, o acordo é conveniente - melhora sua imagem, acalma a mídia e ainda coloca ao seu lado alguém que, mesmo com toda a implicância entre eles, chama atenção por onde passa.
Agora, sem muita escolha, os dois precisam conviver de uma forma que nunca imaginaram.
Mais próximos do que nunca.
Mais expostos do que gostariam.
E presos em algo que deveria ser apenas um acordo.
Mas, no meio de regras, aparências e orgulho, manter distância pode ser mais difícil do que parece.
Porque fingir sentimentos...
às vezes é o primeiro passo para senti-los de verdade.
"É só um contrato, não vai ser mais q isso!"- Duda
"Fica tranquila, princesa... eu sei separar muito bem o que é de verdade e o que é só aparência."- Ta
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