Fui Encolhida com Meu Crush. E Agora?

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Mar 30, 2026
Tudo o que eu queria era sobreviver ao ensino médio sem passar vergonha na frente do meu crush. Mas então uma máquina apareceu na sala de ciências. Ninguém sabe de onde ela veio. Ninguém sabe quem a ligou. E, em menos de um segundo, eu e ele fomos encolhidos até o tamanho de insetos, presos em um laboratório que virou um pesadelo gigante. Agora, cada gota d'água parece uma enchente, cada passo lá fora soa como uma sentença de morte, e ficar perto dele deixou de ser só um sonho adolescente para virar uma questão de sobrevivência. Só que existe algo pior do que estarmos minúsculos: a sensação de que isso não foi um acidente. Alguém queria que nós dois estivéssemos ali. Sozinhos. Vulneráveis. Observados. E quanto mais tentamos descobrir a origem da máquina, mais eu percebo que meu crush esconde lados sombrios que eu nunca imaginei... e que talvez a única forma de sair viva seja confiar justamente nele. Ou cair de vez.
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📍 Rio de Janeiro, Rocinha +18 Eu não criei meu filho pra ser dono de nada além do próprio destino... mas o sangue chama, e o morro, mais cedo ou mais tarde, cobra presença. Vi cria que eu chamei de filho crescer com o brilho nos olhos e o peso do meu nome nas costas, E por mais que eu tentei afastar eles da guerra, tem coisa que não se ensina, se vive. Agora são eles que tão escrevendo a história, Sangue do meu sangue, alma forjada no fogo da favela. Mas o mundo não dá trégua, e a bala perdida tem endereço certo quando a gente nasce no lado errado do mapa. Eu tô aqui, observando, E se for pra cair, que seja lutando, Que eles sejam mais que eu fui, mesmo carregando tudo que eu deixei. Plágio é crime ©2021 Iniciada: 14 de junho de 2022 Finalizada: 1 junho de 2023 Reescrita: 21 de maio de 2025

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