A McLaren firma uma parceria ousada com a Royal Ballet Academy, criando um projeto de arte e velocidade para alcançar novas audiências. Lando, irritado com a ideia, acha tudo uma jogada de marketing "forçada". Até que é obrigado a comparecer à última apresentação de Oscar Piastri - interpretando um Black Swan eletrizante. Oscar brilha no palco, transbordando poder e poesia. Lando, acostumado ao barulho dos motores, sente o tempo parar ao vê-lo dançar. Não entende o porquê - só sabe que seus sentidos (e sua água interior) estão reagindo. Após o espetáculo, um encontro nos bastidores sela a conexão: Lando, meio envergonhado, elogia a performance com um sarcasmo contido. Oscar, com um sorriso de sol, apenas responde: "Você parece mais perdido que o príncipe do primeiro ato."
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