é pleno verão de 1978 no Rio de Janeiro, e os cariocas suam demais, as praias ficam cheias demais, a cidade fica cheia demais, insuportável demais. o que era o completo contrário ao momento político do país, a ditadura militar estava tensa, a repressão presente.
no mundo de Carolina Torres, uma garota suburbana de Nova Friburgo, da região serrena do Rio, a ditadura era algo que ela sabia que existia, só não sabia que era tão... intensa. caloura de ciências biólogicas, percebe que a maldita ditadura não afeta só quem se opõem ao "regime", mas também aqueles que não tem voz.
e é quando lendo um jornal alternativo, que o seu mundo colide com o de Eduardo Oliveira, uma comunista ideialista, que ama comer coxinha de padarias duvidosas, observador e jornalista do tal jornal... juntos decidem denunciar um caso de dizimação de povos indígenas, e com isso os dois tem de lidar com a intensa repressão. entre padarias duvidosas, suco de maracujá e fotos que denunciam a política brasileira, Carolina e Eduardo se apaixonam intensamente. mas será que o casal consegue lidar com tanta pressão e sustentar um relacionamento?
inspirado em Ainda Estou Aqui na atmosfera e estética, Mamma Mia no quesito amizade, e Boogie Oogie nas roupas e estética de discoteca.
está obra é completamente autoral, não aceito copiás. plágio é crime!
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