Quando o Paraíso Se Quebra

Quando o Paraíso Se Quebra

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WpMetadataNoticeLast published Sat, May 2, 2026
Em um mundo onde nada dá errado, Noyosu-ka sempre sentiu que havia algo... estranho. Ali, ninguém sofre. Ninguém se machuca. Nada é capaz de dar errado - como se a própria realidade tivesse sido feita para proteger todos de qualquer dor. Mas existe uma única exceção. As bananas. Inofensivas à primeira vista, elas escondem um efeito impossível: quanto mais alguém consome, mais o corpo começa a falhar. Como um erro em um sistema, pessoas atravessam objetos, tornam-se opacas... até desaparecerem completamente. Sem dor. Sem aviso. Sem lembrança. Quando Noyosu-ka começa a apresentar esses "erros", ela descobre algo ainda mais perturbador: ninguém além dela parece perceber. Até que, no instante em que deixa de existir naquele mundo perfeito, ela desperta em outro completamente diferente - um lugar onde a dor, o medo e as imperfeições são reais. É lá que ela encontra Éloi. Um garoto francês de aparência calma, que parece saber exatamente o que aconteceu com ela... e com todos os outros. Porque Noyosu-ka não foi a primeira. E talvez o mundo perfeito nunca tenha sido um acaso. Entre falhas na realidade, memórias fragmentadas e uma verdade impossível de ignorar, Noyosu-ka precisará escolher: continuar buscando respostas... ou aceitar que, às vezes, a perfeição pode ser a maior das ilusões.
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📍 Rio de Janeiro, Rocinha +18 Eu não criei meu filho pra ser dono de nada além do próprio destino... mas o sangue chama, e o morro, mais cedo ou mais tarde, cobra presença. Vi cria que eu chamei de filho crescer com o brilho nos olhos e o peso do meu nome nas costas, E por mais que eu tentei afastar eles da guerra, tem coisa que não se ensina, se vive. Agora são eles que tão escrevendo a história, Sangue do meu sangue, alma forjada no fogo da favela. Mas o mundo não dá trégua, e a bala perdida tem endereço certo quando a gente nasce no lado errado do mapa. Eu tô aqui, observando, E se for pra cair, que seja lutando, Que eles sejam mais que eu fui, mesmo carregando tudo que eu deixei. Plágio é crime ©2021 Iniciada: 14 de junho de 2022 Finalizada: 1 junho de 2023 Reescrita: 21 de maio de 2025

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