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Brincando com a sorte

Brincando com a sorte

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WpMetadataReadMatureOngoing
WpMetadataNoticeLast published Mon, May 4, 2026
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Fiction
Romance
Olivia, um ano antes... Eu havia terminado com meu primeiro namorado a alguns dias, isso me deixou um pouco mais doente do que já estava... 3° ano do ensino médio, 16 anos, diagnosticada com depressão, ansiedade e esquizofrenia, eu também estava com pneumonia, sem saber... Minhas roupas estavam bem mais frouxas, necessitando de cinto para que a calça não caísse... Depois de dias muito deprimentes, eu decidi que teria que ir para a escola, o ano estava acabando eu precisava concluir logo o ensino médio. Meu estômago roncava, o pouco que havia comido, foi colocado para fora por meio de êmese. Ouço batidas na porta e quando abro, tudo acontece muito rápido, minha mãe me ataca, deferindo golpes onde consegue, tento defender meu rosto enquanto ela acerta minha barriga e outros lugares com socos, logo depois um cabo de madeira, um fio de prancha e por fim, uma cruzeta. Adelynn, minha irmã mais nova, chorava e tentava tirar minha mãe de cima de mim, mas ela estava possessa... Eu não sabia os motivos, ela não se deu ao trabalho de contar o porque eu estava sendo violentada daquela forma. Eu só consegui chorar... Quando ela saiu do meu quarto, farta com o que tinha acabado de fazer, liguei para o meu pai, e tudo o que ele ouviu foi soluços e choro, eu não conseguia dizer uma sequer palavra. Mas tudo o que ouvi do outro lado da linha foi "você quer que eu vá te buscar filha? Arruma suas coisas. O pai está indo." Rapidamente vesti uma camisa de mangas compridas, meu corpo estava repleto de ematomas e ferimentos, então eu só pensei em esconder aquilo. Peguei minha bolsa e jurei não voltar mais aquela casa.
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Ódio à primeira vista existe, podendo ser comprovado por Cruz e Montenegro. Eles se odeiam desde o primeiro momento, desde a primeira conversa, desde o primeiro dia de trabalho. A pior parte? É não poderem romper esse vínculo e ainda terem que se aturar pelo período de três meses, no qual o ódio aumenta gradativamente. Será que esse sentimento poderá mudar entre operações, casos e investigações? Ou todo esse ódio irá destruí-los?

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