Aos 22 anos, a brasileira Beatrice atravessou o oceano com um objetivo claro: conquistar um mestrado em Marketing na prestigiada Università degli Studi di Verona. Com seus cachos cheios e marcantes, e um corpo que desafia os padrões europeus, ela luta para encontrar seu espaço sob os arcos medievais da cidade mais romântica da Itália. Seu único porto seguro é a Panetteria del Sole, onde o gentil Lorenzo a recebe todas as manhãs com um cappuccino e o calor que falta no outono veronês.
Mas o refúgio de Beatrice desmorona quando Lorenzo se afasta por problemas de saúde, deixando em seu lugar o filho, Vincenzo.
Aos 33 anos, Vincenzo é o oposto do pai: fechado, arrogante e focado apenas na eficiência da farinha e do fermento. Ele não tem paciência para a "estrangeira solar" que ocupa espaço demais e fala um italiano ainda tropeçante. O santo deles não bate, e cada café da manhã se torna um duelo de farpas e olhares carregados de irritação.
No entanto, Vincenzo está sob pressão. O pai exige que ele se estabilize e encontre uma namorada para garantir o legado da família. Quando ele percebe que Beatrice está prestes a reprovar nas aulas de italiano e colocar sua bolsa de estudos em risco, ele propõe um acordo perigoso: ele ensinará a ela o idioma, se ela fingir ser a namorada que seu pai tanto deseja ver.
Entre lições de gramática sussurradas e jantares de fachada, Beatrice descobre que, por trás da fachada de gelo de Vincenzo, existe um homem pressionado pela tradição. E Vincenzo descobre que Beatrice é muito mais do que um "raio de sol" irritante.
Em uma cidade onde o amor é uma tragédia clássica, eles terão que decidir se o que nasceu entre o aroma do pão e o pôr do sol na varanda é apenas um contrato de marketing... ou o romance mais real que Verona já viu.
primeiro perder as palavras.
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