Você, caro viajante do tempo, já sentira o cheiro do passado? O sabor do imprevisível quase inacreditável e assustador?
Após a queda de um deus sagrado, um rei profano que se apossara de todo o multiverso, e uma força divina que tenta restaurar a harmonia perdida, talvez, pense você, que essa história começara em milênios. Mas te certifico, viajante, toda essa ladainha apenas torna-se relevante para tal história ao início de duas jovens, e seu amor, que perpassa por multiversos e linhas temporais.
Sarya e Mei, eram tão opostas quanto suas versões de outra linha temporal; Sarah e Meiko.
Mei Saki, uma princesa de um reino tirano, e Sarya Meyd: uma rebelde que pretende, junto com o seu bando, destruir a monarquia. Dentro de um mundo destruído, no reino Saki.
Ou Meiko Saito, uma jovem colegial tímida e com uma grande paixão por Sarah Mendes - a garota rebelde e docilmente problemática de sua escola.
Entre universos interligados, deuses destruídos, impérios e, principalmente, romances desastrosos, "A Humanidade Perdida" nada mais é que um romance clichê, misturado com uma ficção distópica, contada por mim; uma alma penada que, ao final de tudo, espera te entreter com toda essa bagunça.
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