SÉTIMO AMANHECER DE MAGONIA
Um subcontinente à beira do abismo. Sete vozes que cantam a ruína. E aqueles que ousam desafiar o silêncio.
Ela é uma princesa que trocou a coroa pela liberdade. Ele é um dragoneiro condenado por amar a mulher errada. Outro é um velho cavaleiro que enfrenta exércitos com nada além de honra e uma espada que sussurra ao vento. Há também um escudeiro que carrega o peso de um mestre ferido, um mercenário do deserto que só queria um lar e um bardo amaldiçoado que só pode dizer a verdade quando canta.
Em Magonia, terra abençoada e amaldiçoada, a Canarilha das Sete Magas avança com sua Suprema Sinfonia, uma melodia que promete paz, mas devora almas. Reis tolos, príncipes cruéis, nobres corruptos e povos esquecidos se enfrentam enquanto antigos deuses feridos observam das sombras.
Para Zepheryne, a fuga de um casamento arranjado se transforma numa jornada através de florestas, túneis esquecidos e batalhas sangrentas, tudo para encontrar Raffa, o homem que ensinou o que é o vento da liberdade. Mas Raffa está a caminho do perigo iminente, e só um aliado improvável pode salvá-lo.
Para Kardia, um jovem guerreiro gáudrio, que está dividido entre sua lealdade e sua origem.
Para Aydor, cavaleiro de uma ordem quase extinta, cada batalha pode ser a última e cada jovem que ele treina é uma semente de esperança plantada em solo ensanguentado.
Enquanto a guerra consome reinos e o Fluxo, a memória viva do mundo, se agita com presságios sombrios, estas almas dispersas terão que se encontrar antes que a última nota da Sinfonia seja tocada.
Porque há amores que valem uma guerra. Há lealdades que valem a morte. E há histórias que se recusam a ser esquecidas.