(capa provisória!)
Não é uma história sobre amores sombrios ou paixões perigosas. É sobre silêncio. Sobre aqueles dias em que ninguém pergunta como você está - e, com o tempo, você também para de responder, mesmo quando perguntam.
Ela aprendeu a viver assim. Na própria rotina, nos próprios pensamentos, escondendo sentimentos como quem guarda cartas nunca enviadas. O mundo dela era calmo... calmo até demais. Sem grandes emoções, sem grandes riscos - e, principalmente, sem ninguém que realmente a enxergasse.
Até que duas pessoas surgem.
Diferentes entre si, mas igualmente intensas, elas invadem o espaço cuidadosamente organizado que ela construiu. Não chegam pedindo permissão. Chegam bagunçando, questionando, rindo alto demais, sentindo demais. E, aos poucos, fazem com que ela perceba algo que sempre evitou: talvez o silêncio nunca tenha sido um refúgio... mas sim uma prisão.
Entre conflitos internos, descobertas e sentimentos que ela não sabe nomear, essa é uma história sobre se permitir viver - mesmo quando dá medo. Sobre conexões inesperadas. Sobre aprender que algumas pessoas não entram na sua vida por acaso... elas chegam para mudar tudo.
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