Agente Leon Scott Kennedy recebe uma missão confidencial do presidente: proteger Ana, a filha mais nova e emocionalmente frágil da família presidencial. O que começa como vigilância profissional transforma‑se em um jogo perigoso de olhares, limites e provocações. Ana usa doçura e manipulação para testar o homem que a vigia; Leon responde com disciplina e provocações contidas que acendem uma atração proibida entre protetor e protegida. Entre crises que ameaçam expor segredos e encontros roubados na penumbra da casa de campo, a linha entre dever e desejo se torna cada vez mais tênue - e cada toque, cada sorriso, carrega o risco de destruir carreiras e corações.
Leon chega com ordens claras: manter Ana segura, não deixá‑la sozinha e acionar o presidente em caso de crise. Ana, aparentemente frágil, revela uma faceta provocadora: bolinhos oferecidos com um sorriso calculado, pinceladas que imploram por atenção, testes sutis para medir até onde Leon cederá. Ele responde com firmeza e ironia, impondo limites enquanto, sem querer, se aproxima demais.
A convivência cria cenas carregadas de tensão elétrica - conversas à mesa que viram provocações, toques que duram um segundo a mais, olhares que dizem o que as palavras não podem. O romance é proibido não só pela hierarquia e pelo segredo, mas pelo risco político que qualquer envolvimento traria. Quando uma crise pública ameaça expor Ana, Leon precisa escolher entre cumprir o dever ou ceder ao desejo. A escolha mudará ambos.
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