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Julho que nunca acabou

Julho que nunca acabou

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Apr 26, 2026
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Fiction
Romance
Entre encontros silenciosos e desencontros marcados pelo tempo, essa é a história de um amor que nasceu em um simples olhar. Ainda na pré-adolescência, ela sentiu algo diferente pela primeira vez - um sentimento puro, intenso e inexplicável por um garoto que nunca trocou uma única palavra com ela. O destino, porém, parecia ter seus próprios planos. A cada três anos, como se o universo conspirasse, eles se reencontravam... sempre no momento certo - ou talvez no mais complicado. Mas havia um detalhe que mudava tudo: ela nunca percebia que aquele rapaz era o mesmo que um dia despertou seu primeiro amor. Entre idas e vindas, desencontros, amadurecimento e emoções guardadas, o tempo passa, os sentimentos evoluem e a vida insiste em testá-los. Anos se passam até que finalmente estejam frente a frente com a chance de viver algo real. Será que o amor é forte o suficiente para sobreviver ao tempo, ao esquecimento e às segundas chances? Ou algumas histórias estão destinadas a serem apenas lembranças de um sentimento que nunca chegou a acontecer? Uma narrativa delicada, envolvente e cheia de emoções sobre destino, memória e o poder de um amor que insiste em recomeçar.
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#157
adultos
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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