Aos 26 anos, Maria Gabriela Arani Monteiro Araújo acreditava que finalmente estava no caminho certo. Formada em Ciências Biológicas, com especialização em ecologia e um crescente interesse pela biologia marinha, sua vida parecia seguir um rumo estável como pesquisadora júnior na PUC-Rio.
Mas tudo muda quando, por indicação de sua prima e mentora Camila Monteiro, Gabriela recebe a oportunidade de se tornar professora na Universidade Federal do Amazonas.
Entre deixar o Rio de Janeiro e recomeçar em Manaus, no coração da Amazônia, Gabriela sente que essa escolha vai além da carreira. Há algo nela - antigo, silencioso - que a puxa naquela direção.
Agora, cercada pela imensidão da floresta, pela força das águas e pela presença enigmática de sua tia-avó Dona Jaci, histórias que sempre foram tratadas como lendas começam a ganhar novos significados.
E, talvez, sua conexão com a natureza... nunca tenha sido apenas admiração.
Algumas histórias não são contadas.
Elas são lembradas.
#18 em natureza - 20\05\2026
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