O som do metal era o despertador diário da Clareira, mas, desta vez, o elevador não trazia apenas suprimentos. No centro da Caixa, entre caixas de cereais e ferramentas, estava algo que os Clareanos juraram que nunca veriam: uma garota.
Ela não se lembra de como chegou lá, do seu nome, de quem apagou seu passado, ou por que um nome, além do seu é a única coisa que restou em sua mente. Mas, ao contrário dos outros, ela não chegou de mãos vazias. Em seu pulso, uma marca estranha, que causou questionamentos; em seus olhos, o reflexo de um lugar que ninguém mais consegue recordar.
Em um mundo regido por mortes, sacrifícios e pela sombra mortal dos Verdugos, a presença dela é o gatilho que muda tudo. O Labirinto está se fechando, o tempo está acabando e ela pode ser a única chave para a saída - ou o motivo final para todos serem eliminados.
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